Alta Fidelidade.

Novembro 24, 2009

Pago pau pro John Cusack desde que assisti, por acaso, no Intercine [♥], Say Anything…  porque amigo, aquilo foi mágico.

E vamô combiná que a cláááássica cena do rádio, néam? Eu P-I-R-O. Se você ainda não assistiu, assista e pire também.

E vê se corre, hein? Porque eu ouvi dizer que o mundo vai pro saco em 2012...

Argh! Péssima, mas não resisti.

O caso é que John Cusack é o rei de me fazer agradáveis surpresas. Sempre que eu tô assim… meio DOWN, meio sei lá, meio daquele jeeeeito, lá vem ele, num Intrecine ou Corujão da vida me fazer mais feliz. É IMPRESSIONANTE!

Parece que ele saca, sabe? Parece que ele SENTE e diz, Não, agora vou lá aparecer pro Seu Superego por que tipos… ela tá precisando me vê! E pans, ele aparece mermu!

E foi numa dessas que ele me apareceu pra que eu assistisse Alta Fidelidade, grudadinha na minha tv, comendo baganas e me sentindo muito feliz, sozinha na madrugada, guardando essa memória comigo até hoje… Tá bom que não faz tanto tempo assim, mas… vamos fingir.

Uma palavra pra isso?

MÁGICA.

FEELINGS.

Eita, disse duas. Vamos fingir mais uma vez, então.

E daí que qual não foi minha surpresa em saber que o Submarino me oferece uma promoção do livro que me sai pela bagatela de 10 contos? Não resisto, minha gente. É demais pra mim.

Tanto que comprei, já chegou e já comecei a ler.

Porque sou deassas!

Beijos e sumam.


Sinédoque, Superego.

Novembro 23, 2009

Oi.

Tô meio chateada hoje.

Tô meio assim… PUTA com a vida e com o que ela me oferece.

Tô…Enfim.

Tô que nem o senhorzinho que sentou do meu lado quando fui assistir Sinédoque, Nova York.

Sim, eu encarei um shopping lotado de teens em plena semana de estréia de Lua Nova. Eu e minha mãe que, coitada, não entendeu patavinas daquelas meninas (com e sem pênis) gritando ainda na fila e pirando o cabeção, literalmente, porque Edward Cullen (?) estava estampado no saco de pipocas.

Enquanto a fila pra Lua Cheia (nas palavras de minha mãe já que, Tudo é lua!) tava bombando, eu e ela entramos lindas, loiras e ricas numa sessão com… ninguém. Dava pra ouvir a galerinha animada lá fora enquanto nós duas e o cara da sala de projeção esperávamos mais alguém. Ao final erámos em 7 pessoas na sala.

Incluindo o senhorzinho do meu lado que RONCOU durante quase todo filme. Sabe aquele ronco profundo de sono desregulado, de sono de gente cansada? Pronto, esse era o ronco o senhorzinho. E é assim que tô hoje, a vida passando numa tela grande, gente empolgada lá no fundo e eu aqui, roncando cansada.


Jeannie Nitro.

Novembro 21, 2009

Tá, okey…

Não sei explicar isso aqui, mas eu fiz outro blog [sim, gosto de sofrer.] Tem muito haver com esse não. Quer dizer, tem nada haver com esse aqui não e também não sei se vai dá certo não e… sei lá viu? Muito complicado.

Eu sou muito complicada e durmo em horas indevidas e quando acordo, acordo com essas coisas na cabeça e quando vejo já fiz, já pus nome e tem até link.

O nome do blog é Jeannie Nitro clica aqui e vai lá.

FIM.


E… pans.

Novembro 20, 2009

E aí que tava aqui sem fazer nada e fazendo muito ao mesmo tempo que fui achar na internet alguns trechos de um livro chamado “Como escrevo?” e que traz alguns depoimentos de autores que falam assim… como escrevem. Err…

Lê aê:

José Saramago
“Tenho uma disciplina que consiste em escrever duas páginas diárias. Formalmente não escrevo mais do que isso. Pode parecer pouco, mas duas páginas diárias, ao fim de um ano, serão um livro com 800 páginas. Mesmo que pudesse continuar depois da segunda página, não continuo. Apenas acabo a oração, o período ou a frase, o resto fica pra amanhã”

Philip Roth
“Começar um livro é desagradável. Fico completamente indeciso quanto ao personagem e sua situação, e é com um personagem em determinada situação que tenho de começar. Pior do que não conhecer o assunto é não saber como tratá-lo porque, definitivamente, isso é tudo. (…) Com freqüência tenho de escrever cem páginas ou mais, antes de conseguir um parágrafo cheio de vida.”

Rachel de Queiroz
“Detesto escrever. Não me lembro de escrever voluntariamente nada. O romance não é voluntário. É uma jornada que você inicia e que não se pode deixar no meio do caminho. Morro de preguiça”.

Sidney Sheldon
“Eu começo a escrever sempre a partir de um personagem, nunca do tema. Tendo isso em mente, dito tudo para minha secretária, que coloca o texto no computador. Eu reviso e, obtida uma primeira cópia, começo a acrescentar ou cortar. A primeira versão chega a 1.200 páginas. Cada livro leva uns dois anos e meio para ser escrito.”

Oi?

Secretária?

Alguém, faz favor, de me explicar isso?


I ♥ 80s

Novembro 17, 2009

Eu nasci em 1985.

Vinte cinco de abril de 1985. Ou seja? Nasci bemnomei da década mais BIZONHA que já passou a civilização humana em TODA SUA HISTÓRIA.

Quem aí é filho da década do TOSCO levanta  a mão!

Canta, baila sin parar! Sube, baja con libertad. Sueña, ríe como yo. Salta, grita oooohhhhh! ♥

RISOS.

Mas o que me livra da vergonha alheia de ter nascido em tal década é que tipos: eu só NASCI não me DESENVOLVI nela, saca?

O que eu quero dizer é que em 1990 eu apenas era um supereguinho que “andava” no braço de Papai Superego e Mamãe Superego, ou seja, não tinha muito espaço para fazer e acontecer. Não ia nas vagas oitentistas. Tudo o que “fiz” de tosco nessa época, não foi diretamente minha culpa e sim, dos beus pais.

Há!

Ao contrário de bim, as pessoas que estavam no auge de sua puberdade e/ou tinham todo um desenvolvimento cognitivo próprio adquirido em outras décadas, ah, essas pessoas pegaram jacaré nas ondas dos anos 80 e deixaram um exemplo para a humanidade do que tipos, você NÃO  deve fazer.

E aí você vai olhar pra mim e, coçando a cabeça e dando de ombros, me perguntar:

Cê falando das ombreiras Seu Superego?

Dos mullets e dos topetes a là ninho de pitassilgo?

Das cores CONSTRANGEDORAS: rosa shock e verde limão?

Dos permanentes?

Do batom cor de VIOLETA?

Da lambada?

Do metal farofa?

Das calças semi baggy cobrindo os peito?

Már do que cê tá falando afinal?

Especifique-se Seu Superego!

Olha, num tô nem falando dessas coisas PONTUAIS, sabe? Tô falando do feeling GERAL que abarcou [pffff] essa década. Porque vamos combiná que, num espaço tão curto de tempo, o ser humano oitentista me consegue concentrar o que de mais freak já pisou na terra é algo assim, pra considerá né não?

Tô falando besteira?

Tô tagarelando?

Acho que não, hein? Acho que não.

Mas nem só do bizarro viveu os anos 80, ora bolas! Tem coisa legal por aí também, deixa lembrar aqui de uma coisa… pera…

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Pera. Tô no google agora. Peraew.

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Ahhhhhh, teve Roxette… Err… Teve o Culture Club, ah, essa banda foi boa, apesar de saber só de UMA musica deles… será que vale  o que eu disse, então?

Deixa vê mais.

[...]

QUE QUI ART DÉCO TÁ FAZENDO NO ARTIGO DA WIKIPÉDIA SOBRE DÉCADA DE 80? Alguém entendido nessas coisas me explica? Tô confooosa.

Ah! Lembrei!

Teve Scarface.

So say goodnight to the bad guy!

Teve Livin’ on a prayer!

Ohhhhhhhh we're half way there ohhhhhhhhh livin' on a prayer

Teve Dustin Hoffman ganhando o Oscar de melhor ator por Rain Man.

He has no genitalia and he's holding a sword... Pegaram? Err...

Ah, e teve vinte cinco de abril.

=D


Barbados.

Novembro 16, 2009

Balancei o corpo e peguei o saquinho de adoçante em cima da mesa. Li todas aquelas letras miudinhas antes de rasgar o papel e derramar o açúcar no café, mexendo sem força, quando ouvi ela dizer que Adoçantes causam câncer.

Minha vida é um câncer disse sorrindo, achando aquela minha frase muito boa, cheia de sentido simbólico e com uma margem enorme para reflexões. Mas pela cara dela achei isso sozinho e sozinho fiquei pensando que Putz, a vida é injusta com o sarcasmo.

Muito injusta.

E daí que pensando assim, mergulhei meus olhos dentro do café que esfriava e que agora, com todo aquele câncer em forma de adoçante granulado me fazia ter espasmos de dúvida. Aquele era meu primeiro dia e o relógio, que nunca havia saído de cima da geladeira, já marcava o tempo que se esgotava. Deixei o café com câncer, coloquei meus tênis surrados e saí, balançando os braços acompanhado de um Volto logo, a benção? fechando com força o portão que ficou balançando depois que tranquei.

Resolvi ir a pé. E fui. Olhando meus pés  indo e voltando firmes e foi aí que pensei Quanto será que os pés podem agüentar andar? E me lembrei daqueles velocistas que correm como se o mundo fosse acabar, e tudo aquilo se devia aos pés, indo e voltando firmes, como os meus, ali.

Suspirei quando achei a casa e toquei a campainha. Uma cabeça assustada apareceu na janela dando um sorriso logo depois quando, aparentemente, lembrou de mim.

Entrei para logo ser inundado de perguntas do tipo Qual seu nome mesmo e Quantos anos você tem mesmo e Sua mãe é muito minha amiga e blá blá blá e no final eu só pensava Moça só estou aqui pelo dinheiro não quero ser simpático mas apenas sorri, pegando a coleira e dizendo Está tudo bem. Tenho jeito com cachorros. Mentira deslavada, mas tudo pelos trocados a custa de um passeio sem compromisso e uma ida no pet-shop.

Enrolei a coleira na mão e sorri mais uma vez, saindo sob os olhos preocupados da dona e Ih, esqueci de perguntar o nome do cachorro… ou cadela, ou fosse o que fosse, a partir dali iria chamá-lo de Barbados porque sempre Barbados havia me soado um bom nome para um cachorro. E todos sorriam quando eu passava com Barbados e Barbados parecia retribuir os sorrisos porque queria cheirar as pessoas e lambê-las, o que era horrível para mim que parecia muito mais ser guiado por ele do que o contrário.

Não satisfeito Barbados latia e mijava nos postes e eu ali, sem saber o que fazer, balançando a cabeça quando alguém passava, tentando dizer com isso que ele não era meu cachorro, enquanto ele babava minha mão, sujava minha calça nova, berrava e me arranhava desesperado quando neguei lhe dar uma parte do meu último chiclete.

Ca-chor-ro-dos-in-fer-nos.

Olhei o relógio e só havia passado 15 minutos, quis voltar e devolver Barbados, me desculpando para dona e dizendo Olha, menti. Não levo jeito com cachorros, mas agora era tarde, porque ela tinha me pagado com antecedência e o dinheiro rebolava no meu bolso. A única alternativa era deixá-lo logo no pet-shop e esperar à hora passar em algum lugar.

Arrastei Barbados com raiva ser dar crédito para seus uivos. Esperei numa pequena fila atrás de outros cachorros quietos nos braços de seus donos, enquanto Barbados devorava uma pilha de revistas e eu, sem sucesso, tentava recolocar seus restos no lugar de origem, sob o olhar reprovador da atendente do pet-shop.

Ele não é meu cachorro, resmunguei.

Na minha vez a mesma atendente me perguntou o que era para fazer em Barbados e eu disse Tudo, quanto mais tempo ele ficar aqui melhor e ela o olhou  como quem olha um pedacinho de nada e colocou uma identificação nele, pegou a coleira e o arrastou para dentro, colocando ele numa jaulinha horrenda e muito pequena para seu tamanho e disse Daqui a duas horas ele estará pronto e pensei Quem nesses dias ainda fala “estará”? Mulher estranha.

E saí sentindo o olhar de Barbados nas minhas costas. Parei um pouquinho na calçada e ouvi um chorinho lá no fundo, me virei e vi que era ele quem chorava, olhinhos tristes e focinho contra a grade da jaula, estranhando o poodle feliz do seu lado esquerdo e o pincher meio morto do lado direito.

Me voltei para rua e pensei que aquela calça não era tão nova assim e que o arranhão nem tinha doído tanto e que, na verdade, renegar a Barbados aquele ventinho de fim de tarde e todos aqueles postes para serem mijados era um brutal egoísmo meu. E foi assim que voltei, peguei de volta Barbados e, parando na primeira sorveteria, dividi com ele um picolé de chiclete.

Esse post é especialmente dedicado para:

Sofia e Iago Bolher. ♥


Take Good Care Of My Baby.

Novembro 14, 2009

Olá, tudo bem?

Mas que semana de merda essa minha, hein? Que fique registrado isso aqui, só pra… sei lá… só pra eu nunca esquecer que otimismo não presta pra PORRA nenhuma e que o mundo conspira ao meu desfavor.

Porque como diria o grande poeta Alex Turnerrrr: I’m pinned down by the darrrrrk…

E mesmo faltando mais de um mês para o Natal, num minto quando assumo que já escuto os sininhos natalinos lá no fundo da minha cabecinha lôca.

Além disso, tô planejando fazer as pazes com papai noel e ir ao shopping mais próximo tirar uma foteenha com ele, mas sem essa de sentar no colo, evidentemente, porque assim. Né?

E além do mais  me comportei muito bem esse ano e, por essa razão, creio merecer muitos presentes legais [/minha prima de 8 anos style],  uma árvore bonita e um pisca-pisca colorido na árvore e a porra de um sapato novo e… e…

Ho ho ho ¬¬

Nois num é o Santa, mas né? SERVE.

Serve, serve sim.

=D

Qué dizer, serviria se eu tivesse nos anos 60, már num tô.

¬¬

Também num tô no natal e num sei porque tanta vontade [de minha parte],  só pro ano seguinte ser igual ao ano corrente. Mudaria de verdade alguma coisa se eu ou você ganhássemos na mega-sena, mas como essa possibilidade é tão remota quanto George Harrison entrar na sua chaminé [?] pra te trazer um presente vestido de papai noel falando Ho ho ho Vem cá minha nêga! pode ir então, aquietanu o seu FACHO e se conformar de comer o peru assado que sua mãe vai fazer e torcer pra não se engasgar com a farofa na frente dos convidados. Ou tentar não dar vexame porque se embebedou de champanhe e tequila com seus pais presentes no local… Apesar de num conhecer ninguém que tenha feito isso, hein? Só pra registrar.

E só.

Só mermu, porque você vai amanhecer com um 2010 com cara de 2009 e que chato isso né? Eu tentando tirar seu espírito natalino só porque minha semana foi uma bosta, mas num liguem pra mim não, porque assim… eu tô certa mermu e te fode aê.

FIM.


Give me peace on earth.

Novembro 11, 2009

Mas na praça temos onze anos, eu e Tomás com as bundas na gangorra  dizendo que aquele é o pior brinquedo do mundo, quando o pior ainda nos faz rir pra valer, e quem será que inventou esse negócio de descer e subir? Vai ter sempre alguém querendo bancar o espertinho e deixar você presa lá em cima com as pernas no ar esperando que ele termine o riso e se canse.

Num ofereciemento de:

Carol Bensimon. Pó de parede.


Allons enfants de la Patrie…

Novembro 9, 2009

Depois do nosso hino nacional, posso afirmar com todas as letras que o da França (conhecido como La Marseillaise) faz você chorar sangue, viu?

Eu choro horrores quando escuto, porque, esse hino vai além de um hino nacional. Primeiro que não foi composto para ser hino, originalmente é uma canção revolucionária feita para meter uma stiga no exército do reino de Estrasburgo [?], e carrega consigo toda a simbologia da repressão que qualquer povo em qualquer época já presenciou. Fora a tirania do dia-a-dia, né minha gente?

O caso é que: rola uma identificação aqui.

Rola uma coisa de alma, saca?

Rola aquele arrepio na espinha, tendel? Fora isso, participei da Revolução Francesa, tava lá sim ó!

/nada pra quem duvida, certo?

Siim, e por falar nisso, cês já viram Piaf?

Vejam. OMI VEJAM.

Uma das curiosidades da vida de Piaf é que, quando criança, ela ganhava alguns trocados cantando nas ruas o hino francês. Imaginem minha cara, portanto, quando vi essa cena específica:

Shorey.


I Me Mine

Novembro 7, 2009

Eu sou sagaz.

Às vezes. Raras vezes. Mas sou.

Melhor ser de vez em quando do que nunca, né verdade?

Me dei conta dessa sagacidade limitada, quando, tirando fotos e artigos que tinha colado na porta da minha estante, e que já estavam lá a bastante tempo, eu encontrei uma surpresa que eu mesma tinha feito para mim e que sabia que iria me surpreender no futuro. Tendel?

George Harrison

Már é lóhico que eu entendi! Também sou sagaz.

Então, que por trás desses artigos e fotos, eu tinha colocado um poema que fiz há priscas eras. Oún, muito bonitinha essa surpresa que eu fiz pra mim mesma.

Enquanto arrancava aquele bando de coisas, ia revelendo minha letrinha tosca e minhas palavrinhas e rimas escrotas. Ia revelando minha sagacidade e a lembrança da audácia de querer ser uma poeta. Pffffffffffff… Putz…

Estou feliz de que desisti das rimas…

Se eu tivesse um scanner, mostrava o poema original aqui procês, mas como não tenho, transcrevê-lo-ei [hoho].

Te segura na cadeira, respira fundo e veeeem comeeeego [/katylene style]:

Não que isso seja uma flor, representando o meu amor [tinha desenhado uma fror do ladeenho]

Pode ser a Saudade de não te ter

Quem sabe a vontade de fazer? [ui!]

O desejo, disfaçável, de te querer?

Pois nem tudo que parece é, meu bem.

Não me olhe assim com desdém.

Pode ser que amanhã seja eu a ficar sem remorso de você.

Mas por hora… leve a flor.

Demosntração do meu, talvez, temporário amor!